Não Fode Nem Deixa Foder
Ou, por outras palavras, nem o pai morre nem a gente almoça. Refiro-me, claro está, à belissima relação amor-ódio (ou será ódio-ódio?) existente entre um colega de degredo, perdão, de escritório, e sua muy amada chefa. Ora, acontece então que os ditos, volta que não volta, marram mais um no outro que cabritos monteses em época de acasalamento. Contudo, os cabritos, seguindo o instinto e as ordens da Mãe Natureza, mais marranço menos marranço lá acabam por decidir qual o vencedor e acasalar com a fêmea de sua escolha (ou a que estiver mais à... pata!). Estes, chatos "comá putassa", não se decidem quanto a quem enraba quem: se ele com aquele ar de toninho (desculpa lá [se leres isto]) ou ela com um qualquer osso do corpo. Vai daí que junta-se a fome com a vontade de comer (ou talvez a necessidade de ser comido) e o mau humor da falta de ser comido e lá vem tempestade. Cá pra mim, estes deviam era ser trancados numa sala branca (daquelas dos manicómios, com almofadas na parede) sem roupa e esperar que se comessem até se fartarem...
Enfim... Paz Precisa-se...
Enfim... Paz Precisa-se...


2 Reclamações:
Bem... que mau...
Sabes como é... nem todos podem cair nas boas graças da chefia!
Fica aqui o protesto e o sinal de que mais vale ele estrebuchar com ela ... do que levar com ele sem estrebuchar...
Tenho dizido
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Anónimo, às 05 maio, 2005 17:21
Não sejam tão maus com ele... quando o meterem na sala branca com ela, ao menos deem-lhe uma Match3Turbo e um aftershave para ele preparar terreno...com uma crina dakelas... já tão a vêr !!!
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Anónimo, às 05 maio, 2005 17:28
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