3,14(Fod@-se)=?!
O dia (de Domingo) começou ás 0h e 7 minutos. Toca o telefone. "Olha, como é que eu tranco esta coisa? Não consigo" (nabo, desliza a patilha para o lado...) "Estão umas iguais aí no carrinho, ao lado da mesa, vê aí como é." "Ah, ok, já está. Obrigado!" (nabo...). Ferro-me a dormir (penso eu). O dia (de Domingo) continua algures entre as 5 e as 6 (já nem me lembro que horas eram). Outra vez o telefone. Outra vez o mesmo gajo. "Olha, isto está a pedir um ficheiro que não está naquela tape, deve estar na anterior. Sabes onde está?" "Vai ao carrinho, está lá a da manhã de ontem, chama-se xpto [não vos vou dizer o nome, como é óbvio] deve estar nessa." Volto-me para o lado e tento adormecer, até porque às 7:30 o despertador vai voltar a tocar.
O dia (com claridade) começa a essa hora. Ouço uma musica qualquer e arrasto-me para fora da cama, para dentro da banheira e abro a água. Felizmente está quentinha. Saio do banho às 8:10, meio vestido (ui, cuidado com o que fantasiam) e toca o telefone. Era o chefe (isto de ter toques personalizados para cada contacto da agenda dá muito jeito). "Bom dia. Estavas a dormir?" "Não, saí agora do banho. Porquê?" "É que a vossa máquina deixou de responder, se pudesses chegar lá um bocadinho mais cedo para ver o que se passa e telefonar-me, agradecia." "Está bem, daqui a bocado já lhe digo alguma coisa." Despejo o resto dos cereais com um pacote de leite para dentro da taça, emborco tudo (é nestas alturas que compensa ser alarve) e ponho-me a milhas. 10 minutos depois estou no trabalho. 30 minetes depois, problema solucionado, e toca a pôr as coisas a funcionar. Vêem-se os problemas (alguns decorrentes daquele), tentam resolver-se (uns ficam por resolver, mas amanhã também é dia) e toca outra vez o telefone. "Olha, vai lá abaixo e vê o que se passa com o abc, sff. Vê se lhe consegues sacar o número de série para ligar para a HP." Abro o bastidor, e vejo cinquenta etiquetas com números de série. Pqp, algum há-se ser. Volta a tocar o telefone, afinal já não era preciso. Em compensação, cheira a condensador rebentado (ou seja, a queimado). O cheiro dissipa-se depressa, fruto da ventilação do local. Entretanto liga a minha mãe. "A que horas vens almoçar?" "Sei lá, da maneira que isto está se calhar só vou é jantar!". Adiante... Agora é a minha vez de ligar. "Olhe, o xyz está nas couves. Pode dar-me a password para ver o que se passa?" Password obtida, aquilo está na merda. "Tenho que reiniciar!" "Ok. Está alguma coisa a correr?" "Não sei, isto está na merda!" "Então força, que se lixe!" Máquina em cima, serviços a correr, vamos ver o que estoirou. São 13:30 quando saio para almoçar. Salto obrigatório a Picoas e ala para casa.
Às 15 estou de regresso. Esperava que a tarde fosse mais tranquila, mas engano-me mais redondamente que a redonda da Lua. Telefonemas, extintores (não dos verdadeiros, mas fui eu que andei a apagar os fogos) e a meio da tarde telefona-me o responsável do xyz a saber o que se passou. Conto-lhe a história, fico de lhe mandar um mail, coisa que consigo finalmente fazer às 18:20, antes de conseguir finalmente vir para casa.
Segundo já sei, os primeiros fins-de-semana são assim. É a praxe... Felizmente tenho 2 fds's de intervalo antes do próximo...
O dia (com claridade) começa a essa hora. Ouço uma musica qualquer e arrasto-me para fora da cama, para dentro da banheira e abro a água. Felizmente está quentinha. Saio do banho às 8:10, meio vestido (ui, cuidado com o que fantasiam) e toca o telefone. Era o chefe (isto de ter toques personalizados para cada contacto da agenda dá muito jeito). "Bom dia. Estavas a dormir?" "Não, saí agora do banho. Porquê?" "É que a vossa máquina deixou de responder, se pudesses chegar lá um bocadinho mais cedo para ver o que se passa e telefonar-me, agradecia." "Está bem, daqui a bocado já lhe digo alguma coisa." Despejo o resto dos cereais com um pacote de leite para dentro da taça, emborco tudo (é nestas alturas que compensa ser alarve) e ponho-me a milhas. 10 minutos depois estou no trabalho. 30 minetes depois, problema solucionado, e toca a pôr as coisas a funcionar. Vêem-se os problemas (alguns decorrentes daquele), tentam resolver-se (uns ficam por resolver, mas amanhã também é dia) e toca outra vez o telefone. "Olha, vai lá abaixo e vê o que se passa com o abc, sff. Vê se lhe consegues sacar o número de série para ligar para a HP." Abro o bastidor, e vejo cinquenta etiquetas com números de série. Pqp, algum há-se ser. Volta a tocar o telefone, afinal já não era preciso. Em compensação, cheira a condensador rebentado (ou seja, a queimado). O cheiro dissipa-se depressa, fruto da ventilação do local. Entretanto liga a minha mãe. "A que horas vens almoçar?" "Sei lá, da maneira que isto está se calhar só vou é jantar!". Adiante... Agora é a minha vez de ligar. "Olhe, o xyz está nas couves. Pode dar-me a password para ver o que se passa?" Password obtida, aquilo está na merda. "Tenho que reiniciar!" "Ok. Está alguma coisa a correr?" "Não sei, isto está na merda!" "Então força, que se lixe!" Máquina em cima, serviços a correr, vamos ver o que estoirou. São 13:30 quando saio para almoçar. Salto obrigatório a Picoas e ala para casa.
Às 15 estou de regresso. Esperava que a tarde fosse mais tranquila, mas engano-me mais redondamente que a redonda da Lua. Telefonemas, extintores (não dos verdadeiros, mas fui eu que andei a apagar os fogos) e a meio da tarde telefona-me o responsável do xyz a saber o que se passou. Conto-lhe a história, fico de lhe mandar um mail, coisa que consigo finalmente fazer às 18:20, antes de conseguir finalmente vir para casa.
Segundo já sei, os primeiros fins-de-semana são assim. É a praxe... Felizmente tenho 2 fds's de intervalo antes do próximo...


1 Reclamações:
E a gente a pensar que ao domingo não se trabalhava!...
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919, às 04 março, 2007 21:59
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