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De todos os bons e óptimos momentos que já partilhámos, há dois que se destacam.
Um é o nosso primeiro encontro. A primeira palavra, o primeiro toque, o primeiro olhar, o primeiro beijo, o primeiro abraço, a primeira sensação de alívio e segurança após muitos anos e todos os primeiros e primeiras que nasceram nas horas que se seguiram. Todos esses primeiros que ficam gravados a fogo na memória e no coração e que nada poderá destruir, que serão eternamente recordados e acarinhados...

O segundo é aquela noite. Aquela noite em que saí do trabalho para ir para casa sabendo que estavas lá. Toquei à campainha mas a porta demorou tanto a abrir que quando entrei e carreguei no botão para chamar o elevador, reparei que na descida ele tinha parado naquele piso. Ouvi a porta a abrir e a fechar. Pus-me atrás da porta, para não me veres quando ela abrisse. Saíste desalvorada do elevador, foste até à porta da rua, olhaste e não me viste. Voltas para dentro e vês-me. O teu rosto ilumina-se, o teu sorriso transborda paixão e felicidade. Diriges-te a mim e abraçamo-nos, beijamo-nos, apaixonados, descansados... E eu deleito-me com aquelas imagens, com a tua beleza...
São estas "pequenas" memórias que nos dão força para superar a distância e combater a saudade, que nos ajudam a subir os degraus que temos que subir, que se juntam a todo o resto que já existe e é alimentado diariamente e me fazem dizer...
...Amo-te...
Um é o nosso primeiro encontro. A primeira palavra, o primeiro toque, o primeiro olhar, o primeiro beijo, o primeiro abraço, a primeira sensação de alívio e segurança após muitos anos e todos os primeiros e primeiras que nasceram nas horas que se seguiram. Todos esses primeiros que ficam gravados a fogo na memória e no coração e que nada poderá destruir, que serão eternamente recordados e acarinhados...

O segundo é aquela noite. Aquela noite em que saí do trabalho para ir para casa sabendo que estavas lá. Toquei à campainha mas a porta demorou tanto a abrir que quando entrei e carreguei no botão para chamar o elevador, reparei que na descida ele tinha parado naquele piso. Ouvi a porta a abrir e a fechar. Pus-me atrás da porta, para não me veres quando ela abrisse. Saíste desalvorada do elevador, foste até à porta da rua, olhaste e não me viste. Voltas para dentro e vês-me. O teu rosto ilumina-se, o teu sorriso transborda paixão e felicidade. Diriges-te a mim e abraçamo-nos, beijamo-nos, apaixonados, descansados... E eu deleito-me com aquelas imagens, com a tua beleza...
São estas "pequenas" memórias que nos dão força para superar a distância e combater a saudade, que nos ajudam a subir os degraus que temos que subir, que se juntam a todo o resto que já existe e é alimentado diariamente e me fazem dizer...
...Amo-te...


2 Reclamações:
Cada um de nós tem os "seus momentos", ainda que dos mesmos momentos e instantes se trate.
É sempre difícil conseguir enquadrar e definir e escalonar determinadas sensações quando ainda estão tão frescas; eu sei que tenho um pouco essa dificuldade e apenas o equaciono quando algum tempo decorre depois de se ter passado determinado instante... e não sou prática na escrita, ou pelo menos não tão fluida como tu o sabes e consegues fazer. E transmites todo esse Amor. Melhor, transmites-ME todo esse mor escrito e palavreado, a sair de dentro de ti como água, de tão puros que são esses sentimentos.
Sabes que também o sinto. Sabes que sim. Por lá, tem sido quase sempre teu. Nosso. No meio de tudo o que já se disse, sabes que as palavras são e serão sempre insuficientes perante o gigantesco sentimento que construimos a cada dia que passa.
Entre cínicos e loucos neste mundo, eu sei que o meu lugar pertence entre os Loucos; rio-me dos cínicos e digo-lhes que sou louca pela vida, sou Louca por ti. E é neste enorme Mundo de pessoas e cibernautas e de tanta gente que nos encontrámos. E continuaremos a encontrar. pela vida fora.
Sem dúvidas.
Sem medos.
Hoje mais forte, toda a força do Mundo me pertence. Porque apenas nos amamos e isso basta-me.
Para Sempre.
Amo-te.
Reclamado por
A, às 10 julho, 2007 22:30
Nunca são as coisas mais simples que aparecem
quando as esperamos. O que é mais simples,
como o amor, ou o mais evidente dos sorrisos, não se
encontra no curso previsível da vida. Porém, se
nos distraímos do calendário, ou se o acaso dos passos
nos empurrou para fora do caminho habitual,
então as coisas são outras. Nada do que se espera
transforma o que somos se não for isso:
um desvio no olhar; ou a mão que se demora
no teu ombro, forçando uma aproximação
dos lábios.
Nuno Júdice
;)
Reclamado por
A, às 10 julho, 2007 22:31
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