O post desaparecido (pt1)
Uma análise sobre a Evolução das "Novas Tecnologias" nas Comunicações e Relações Sociais e Inter-Pessoais da Civilização Contemporânea (ou talvez não)
Comunicar é algo tão necessário à vida (inteligente ou "estupida", racional ou irracional) como a fome ou a sede. Desde os primórdios da vida que existe comunicação: primeiro entre os animais e
mais tarde entre os seres humanos. Se as primeiras formas de comunicação humana se resumiam a gestos e grunhidos (e, de vez em quando, a um sopapo mais esclarecedor), rapidamente se descobriu que algumas bagas e plantas, quando esmagadas, davam óptimos instrumentos de escrita, graças à pasta colorida que produziam (na verdade, esta descoberta deu-se depois de um "cavernoso" ter levado um sopapo, que o fez sangrar, se ter encostado a uma parede, deixando lá a sua "escrita"), originando as primeiras fotografias, bandas desenhadas, cartoons, graffitis, e outras imagens similares, hoje em dia conhecidas e designadas por "pinturas rupestres".
Com a evolução natural das espécies, e com o aumento da prática de actos sexuais mais intímos, deu-se o desenvolvimento da língua, tanto a verbal como a fisica. Isto porque de entre alguns grunhidos começaram a perceber-se algumas palavras monossilábicas e o próprio musculo bucal ganhou mais liberdade de movimentos e uma nova força. Uns (milhares de) anitos mais à frente, diversas civilizações deram o seu contributo para o desenvolvimento das diversas formas de comunicação. Umas desenvolveram e aperfeiçoaram as técnicas de escrita nas paredes e tectos, outras criaram novos materiais tanto de escrita como de suporte, outras criaram diferentes conjuntos de letras (que, no fim de contas, não são mais que símbolos para os grunhidos) que foram evoluindo para o que actualmente conhecemos, e outras houve que juntaram isto tudo e criaram o "mundo moderno".
Com o inicio das viagens e das conquistas pelos povos mediterrânicos (e outros de quem raramente se fala, como os orientais, os mongóis, e provavelmente os "indios" do continente americano), novas terras e novos costumes foram "descobertos" e incorporados nas suas civilizações, o mesmo acontecendo com as formas de comunicação. Dado o aumento de novas terras para visitar, apareceram os primeiros mapas (ou protótipos de roteiros turisticos), simples desenhos sem escala das diferentes peculiaridades das zonas encontradas. A comunicação a longa distância tornava-se cada vez mais importante, visto que era necessário para o rei ou imperador ou fosse lá quem fosse comandar as tropas e os súbditos das terras longínquas, dando origem à necessidade de eliminar o desfazamento espaço-temporal imposto pela tecnologia da época, através de novos meios de comunicação. Se, por um lado, os cavalos representavam a forma mais rápida de comunicação a curta-média distância, para as longas distâncias deixava de fazer sentido, visto que ou o cavalo era a jacto ou então a noticia já não o era quando fosse entregue. Já os sinais de fumo estavam condicionados à altura do dia e às condições climatéricas, principalmente a direcção e a força do vento (foi graças a isto que surgiu a expressão "atirar as palavras ao vento"). No que toca às comunicações intercontinentais, essas existiam mas só para dizer que existiam, pois não eram eficientes. O tempo que os navegadores demoravam a chegar ao destino era demasiado longo para o poder estar centralizado num local, impedindo uma comunicação eficiente. continua
Comunicar é algo tão necessário à vida (inteligente ou "estupida", racional ou irracional) como a fome ou a sede. Desde os primórdios da vida que existe comunicação: primeiro entre os animais e
mais tarde entre os seres humanos. Se as primeiras formas de comunicação humana se resumiam a gestos e grunhidos (e, de vez em quando, a um sopapo mais esclarecedor), rapidamente se descobriu que algumas bagas e plantas, quando esmagadas, davam óptimos instrumentos de escrita, graças à pasta colorida que produziam (na verdade, esta descoberta deu-se depois de um "cavernoso" ter levado um sopapo, que o fez sangrar, se ter encostado a uma parede, deixando lá a sua "escrita"), originando as primeiras fotografias, bandas desenhadas, cartoons, graffitis, e outras imagens similares, hoje em dia conhecidas e designadas por "pinturas rupestres".
Com a evolução natural das espécies, e com o aumento da prática de actos sexuais mais intímos, deu-se o desenvolvimento da língua, tanto a verbal como a fisica. Isto porque de entre alguns grunhidos começaram a perceber-se algumas palavras monossilábicas e o próprio musculo bucal ganhou mais liberdade de movimentos e uma nova força. Uns (milhares de) anitos mais à frente, diversas civilizações deram o seu contributo para o desenvolvimento das diversas formas de comunicação. Umas desenvolveram e aperfeiçoaram as técnicas de escrita nas paredes e tectos, outras criaram novos materiais tanto de escrita como de suporte, outras criaram diferentes conjuntos de letras (que, no fim de contas, não são mais que símbolos para os grunhidos) que foram evoluindo para o que actualmente conhecemos, e outras houve que juntaram isto tudo e criaram o "mundo moderno".
Com o inicio das viagens e das conquistas pelos povos mediterrânicos (e outros de quem raramente se fala, como os orientais, os mongóis, e provavelmente os "indios" do continente americano), novas terras e novos costumes foram "descobertos" e incorporados nas suas civilizações, o mesmo acontecendo com as formas de comunicação. Dado o aumento de novas terras para visitar, apareceram os primeiros mapas (ou protótipos de roteiros turisticos), simples desenhos sem escala das diferentes peculiaridades das zonas encontradas. A comunicação a longa distância tornava-se cada vez mais importante, visto que era necessário para o rei ou imperador ou fosse lá quem fosse comandar as tropas e os súbditos das terras longínquas, dando origem à necessidade de eliminar o desfazamento espaço-temporal imposto pela tecnologia da época, através de novos meios de comunicação. Se, por um lado, os cavalos representavam a forma mais rápida de comunicação a curta-média distância, para as longas distâncias deixava de fazer sentido, visto que ou o cavalo era a jacto ou então a noticia já não o era quando fosse entregue. Já os sinais de fumo estavam condicionados à altura do dia e às condições climatéricas, principalmente a direcção e a força do vento (foi graças a isto que surgiu a expressão "atirar as palavras ao vento"). No que toca às comunicações intercontinentais, essas existiam mas só para dizer que existiam, pois não eram eficientes. O tempo que os navegadores demoravam a chegar ao destino era demasiado longo para o poder estar centralizado num local, impedindo uma comunicação eficiente. continua


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